As notícias, filmes, fotografias, e outros acontecimentos relacionados com a "SAFRIQUE", mas também com novos eventos que digam res- peito à realidade actual do panorama da Indústria do Turismo Cinegé- tico em Sofala, serão publicados na página "SAFRIQUE" deste site. À medida que vá surgindo novo material, o mais antigo será transferido para o respectivo blog, com links de acesso neste resumo. É assim, nossa intenção facilitar a todos a consulta de qualquer postagem ante- riormente efectuada. Para aceder às notícias mais antigas, faça click sobre o título das mesmas, conforme lista abaixo publicada, por ordem cronológica. Na prática, o blog da SAFRIQUE funcionará com arquivo.
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Para aceder ao blog da SAFRIQUE faça click sobre o logo
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Publicado em 02 de Agosto de 2007
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Publicado em 02 de Julho de 2007
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Publicado em 01 de Julho de 2007
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Publicado em 03 de Julho de 2007
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Publicado em 29 de Julho de 2007
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Publicado em 30 de Julho de 2007
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Publicado em 27 de Julho de 2007
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Publicado em 29 de Julho de 2007
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Publicado em 29 de Julho de 2007
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Publicado em 25 de Julho de 2007
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COUTADAS
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CONCESSIONÁRIO
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DESDE
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COUTADA 10
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BAHATI SAFARI
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1997
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COUTADA 11
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PROMUTUR
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1994
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COUTADA 12
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INHAMINGA SAFARIS
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1997
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COUTADA 14
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WICKER TRADING
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1995
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Muito foi já escrito sobre a "SAFRIQUE", mas
muito mais haveria para escrever. É certo,
no entanto, que organização como aquela é
difícil, até mesmo impossível, reeditar. Uma
das grandes vantagens da "SAFRIQUE" foi a
aglotinação das principais Coutadas existen-
tentes na então província de Manica e Sofa-
la. Com efeito, nas Coutadas 6, 7, 9, 10,12,
13 e 15, tudo era possível oferecer ao turista
em termos de troféus. Este facto, acompa-
nhado a uma excelente promoção, permitiu à
"Safrique" constutuir-se na melhor Organiza-
ção de caça, à escala global. Hoje, a realida-
de é bem diferente. No mapa ao lado, pode
observar o actual desenho da destribuição
das Coutadas na província de Sofala. As
coutadas existentes são: 1, 5, 6, 10, 11, 12,
14 e 15. Como se pode verificar, a denomina-
ção da Coutada 7 passou a ser Coutada 1.
A antiga Coutada 1 passará (por certo) a in-
tegrar o Parque Nacional da Gorongosa.
Se assim for, é uma medida inteligente e de
longo alcance, tendo em vista a necessária e
continuada recuperação do Parque.
Hoje em dia, pelas informações (poucas) dis-
poníveis, estão concessionadas apenas qua-
tro coutadas, todas elas na área dos tandos
de Marromeu, bordejados em algumas parce-
las pelas florestas de Inhaminga e Inhamitan-
ga. Assim sendo, a variedade de espécies é
bastante limitada não só tendo em conta a
morfologia to terreno, mas também o desbas-
te que ali foi levado a cabo durante o período
da guerra civil, que reduziu os efectivos a
quase nada.

No quadro ao lado, estão indicadas as 4
concessões que, desde 1994, o governo
Moçambicano atribuiu. Num interessante
relatório publicado por Bartolomeu Soto &
Afonso Madope, é efectuado um estudo
com alguma profundidade, sobre a proble-
mática do Turismo Cinegético na região.
Recomenda-se a sua leitura aos mais in-
teressados nesta apoixonante matéria.
PARA TER ACESSO À LEITURA DO RELATÓRIO, EM FORMATO "PDF", FAÇA CLICK SOBRE A IMAGEM
COUTADA 10
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2.008
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COUTADA 11
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1.928
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COUTADA 12
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2.963
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COUTADA 14
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1.353
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Entretanto, fazendo fé em outras informações de que dispomos, terão havido alterações relativamente
aos titulares das concessões. Assim, a coutada 12 aparece agora concessionada à Companhia de Mo-
çambique, e a coutada 14 à Wicker Trading Consultants. Ao que se sabe, esta é uma organização cujas
actividades estão relacionadas com madeira e derivados, pelo que não será de estranhar que algumas
destas entidades tenham já manifestado o seu interesse ao governo moçambicano, na exploração deste
sector de actividade. Tal facto, para além de estranho é contraproducente, por razões óbvias.
Seja como for, a verdade é que as quatro coutadas estão concessionadas a quatro entidades diferentes.
Se tivermos em linha de conta as áreas das coutadas em apreço,
(conforme tabela ao lado, em KM2) os efectivos agora existentes
e o esforço de caça exercido em tão pouco espaço, não será difí-
cil perceber que os safaris de caça que aqui decorrem serão, pa-
ra não dizer menos, de muito duvidosa qualidade.
É difícil imaginar um qualquer turista viajar desde os EUA ou mesmo da Europa, percorrer uns largos mi-
lhares de quilómetros e gastar vários milhares de dólares para pagar, a peso de ouro, 14 dias de safari
confinado a uma área de 1.353km2, como é o caso da coutada 14, onde a variedade das espécias é de-
veras limitada e o eu efectivo reduzido. Só isto, para não falar da qualidade dos troféus. Pelos motivos já
expostos, Moçambique é hoje considerado um destino periférico relativamente ao resto da realidade dos
países africanos, que fazem desta Indústria uma verdadeira fonte receitas e um excelente meio na ajuda
à conservação da fauna e à preservação dos ecossistemas. É por isso que a grande maioria dos turistas
que se deslocam, em safari, a Moçambique são provenientes da África do Sul, servindo as coutadas de
Sofala apenas como alternativa. Os exemplos que abaixo se dão, são prova disso. Faça click na imagem.


Na prática, ninguém lucra com a situação, para
além das organizações sul-africanas que dela
tiram partido. Os turistas nada ganham porque
a qualidade e a quantidade são pobres. Até os
próprios profissionais ligados à actividade pou-
co ou nada lucram porque cliente insatisfeito, é
cliente que não repete. As áreas de caça só perdem, porque acabam por ficar ainda mais pobres, no
que respeita a efectivos. Os cofres do Estado arrecadam apenas uma pequena parte daquilo que é su-
posto render uma actividade como esta. A economia da região nada ganha, pois os efeitos benéficos re-
sultantes deste estado de coisas nem sequer se faz sentir. A capital da província, que poderia beneficiar
em larga escala com o negócio, nada lucra. A hotelaria, a restauração e tudo o resto nada ganha, por-
que o turista, da Beira, fica apenas a conhecer o aeroporto. Nem sequer os escritórios, os departamen-
tos de promoção e comercialização do producto (se é que existem), estão baseados na província. Assim,
meus senhores, não vamos lá. As quatro coutadas que temos vindo a referir deveriam ter sido, quando
muito, entregues a dois concessionários. Há que investir nesta indústria e atribuir mais áreas, onde exis-
ta mais diversidade de espécies, aos mesmos concessionários, se o merecerem, ou a outros que se dis-
ponham a investir e se mostrem capazes de a desenvolver, para bem da região, do País e do povo.
Porque este assunto se nos afigura demasiado importante, voltaremos a escrever sobre ele. Pena é que
a informação existente, para além de pouco precisa, é também quase inexistente. Tal facto é o resultado
directo da pouca importância que a esta indústria tem neste momento, em Moçambique. Ainda assim, fa-
remos todos os possíveis por aqui vos trazer todas as notícias e acontecimentos de interesse. Prometo.
AS VENTURAS E AS DESVENTURAS DE UM CAÇADOR-GUIA
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AS VENTURAS E AS DESVENTURAS DE UM CAÇADOR-GUIA
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Da autoria de José Mar-
tins, que sentiu na pele
as agruras e o sofrimen-
to agustiante de quem é
inocente e sabe que nun-
ca mais vai poder encon-
trar os culpados por tu-
do o que de pior, na vida
lhe aconteceu. Faça click
na imagem, para aceder.
A História tem destas coisas. Sem se
saber bem nem quando nem porquê
essas coisas acontecem, sem aviso
prévio. Ainda que se tente, difícil será
sempre, encontrar razões para o que
nos sucede na vida. Mas é preciso não
esquecer porque, na realidade acon-
teceu. E a História tem de ser contada
po muito que, a alguns, possa custar e
para que episódios como este não se
venham a repetir.
CATÁLOGO DE ANIMAIS DE ÁFRICA
CATÁLOGO DE ANIMAIS DE ÁFRICA
por Victor Cabral
Para o amante da natureza e de vida selvagem, existem ainda alguns países em
África, em que se podem realizar, tanto safaris de caça, como safaris fotofrá-
ráficos. Safaris de caça, na África do Sul, na Namíbia (os mais baratos), uns
poucos em Moçambique, Botswana, e os mais caros na Tanzânia, cerca de
50.00 0 dólares por 3 semanas de safari. Os safaris fotográficos, que têm um
preço que é somente uma pequena parte do preço dos safaris de caça, são
mais acessíveis, e não deixam de ser tanto, ou mais divertidos que os de caça.
Para aceder ao blog de Victor Cabral, onde encontra-
rá muitos motivos de interesse relacionados com ca-
ça, animais selvagens e não só, click cobre a foto.
Música de fundo: Dances with Wolves - Johnn Barry Orchestra
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Música de fundo: Dances with Wolves - Johnn Barry Orchestra
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PARA ACEDER AO BLOG DA SAFRIQUE CLICK NA IMAGEM
PARA ACEDER AO BLOG DA SAFRIQUE CLICK NA IMAGEM
EM SAFARI... MAS NÃO SÓ...
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EM SAFARI... MAS NÃO SÓ...
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Charles Duke, a esposa e Adelino Serras Pires fazem pausa para o almoço. Coutada 6
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Almoço na Beira oferecido pela Safrique aos astronautas Stuart Roosa e James Lovell
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James Lovell, Stuart Roosa e Adelino S. Pires chegam ao Inhamacala após um dia de safari
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Uppsss... que susto! Por pouco, o cliente do Carlos Costa Neves quase não ficava debaixo do elefante!
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4x4? Naqueles tempos, nem vê-los. Muito matope, muita dificuldade, mas eram bons, aqueles tempos...
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Na pista de... Adelino S. Pires, equipa e James Lovell seguem o trilho...
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Stuart Roosa prepara-se, sob o olhar de Adelino Serras Pires, em safari na coutada 13
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James Lovell procura um bom troféu, ao lado da esposa, durante os seu safari na coutada 13
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Adelino Serras Pires, Stuart Roosa, James Lovell e convidados preparam-se para retomar o safari
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Em primeiro plano, Stuart Roosa, a sua esposa, a esposa de James Lovell, em cima do jeep
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James Lovell e a pala-pala abatida na coutada 6
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Stuart Roosa e o seu oribi, abatido na coutada 10
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Aniversário de Stuart Roosa no acampamento do Pompué, coutada 13
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Stuart Roosa e a esposa junto ao búfalo abatido na coutada 10
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Stuart Roosa e o elefante abatido na coutada 6
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Adelino Serras Pires e Luís Santos com combatentes da Frelimo na Gorongosa, em 1974
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A todos aqueles que possuam fotografias, slides ou mesmo filmes relacionados com a Safrique, agradecemos o seu contributo, enviando-nos esse material para publicação.
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Adelino Serras Pires conhece África como poucos. As vicissitudes vividas pelo continente foram, por ele, seguidas de perto. A situação política levou-o a deslocações constantes.
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Soube e sabe estar, vivendo em qualquer situação ou local.
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Uma conversa com os amigos, uma caçada, uma gala... sempre igual.
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Quem o conhece, sabe o quanto deu a Moçambique, acompanhado pela família.
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A administração da "Safrique" sabia que podia contar com um homem "todo-o-terreno".
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As amizades com quem tinha o privilégio de conviver iam de chefes de estado a simples elementos da sua equipa, nos safaris. A sua polivalência levou-o a desempenhar diversas funções que, nem sempre, eram do seu agrado. Sempre foi um "homem do mato"...
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A circunstância de se ver obrigado a participar em inúmeras reuniões e congressos por esse mundo fora, granjeram-lhe imensas simpatias e fortes amizades.
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Mas o mato e fauna bravia eram, e serão sempre, a sua grande paixão.
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Vivia para o exotismo de um safari de caça e para a obtenção de um bom troféu.
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Astronautas, políticos, chefes de estado, industriais, estrelas de cinema, milionários...
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...tiveram a felicidade de conviver de perto com tão singular personagem. Que sorte a deles!
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Desde o Liceu que ouvia falar de Turismo Cinegético e fauna bravia. De
um modo ou de outro, o nome de Adelino Serras Pires aparecia sempre
associado a estas realidades que, como é sabido, constituíam importan-
tes fontes de receita e enorme promoção para Moçambique.
Desde então, passei a dedicar especial atenção a esse fenómeno, que
viria a tornar-se peça importante na minha vida futura, pela mão de Ade-
lino Serras Pires a quem jamais poderei agradecer convenientemente.
Os inesquecíveis momentos que tive a felicidade de viver, enquanto cola-
borador da Safrique, devo-os a este "Senhor" a quem desejo a maiores
felicidades neste dia 23 de Novembro de 2008. Que muitos e mais dias
como este possam ser comemorados no futuro. Por tudo, obrigado.