As instalações estão equipadas com o que é considerado como estritamente
necessário. A restauração é de boa qualidade. Os preços são razoáveis. No
dia seguinte, pernoitei no Flamingo Bay Water Resort. Um empreendimento
implantado no lado oposto à praia da barra de Inhambane. em pleno mangal. As
habitações são lacustres pouco recomedáveis, por isso, à estadia de crianças.
Este, é um empreendimento de luxo, com todo o serviço e respectivo preço a
condizer.

Desta vez decidi viajar até ao Parque Nacional da Gorongosa por terra, desde a Africa do Sul. Quis constatar localmente os progressos
entretanto levados a cabo, na magnífica costa Moçambicana. Assim, utilizando uma velha viatura MAZDA 323 (que se portou à medida
das necessidades), emprestada pelos meus amigos de sempre, Adelino Serras Pires e Fiona Capstick, que também me facultaram
estadia na sua residência, parti de Pretoria no dia 06 de Outubro, rumo à aventura. Ultrapassadas as barreiras burocráticas na fonteira
de Ressano Garcia, entrei em Moçambique, cerca das três da tarde. Pus-me a caminho de Inhambane, a minha próxima paragem.
Cheguei a Inhambane quando já passava da 01H00 da manhã, devido ao mau estado dos percursos. Se a estrada Nacional, que liga
Maputo à Beira, se encontra em bom estado até ao Xai Xai, os 100 Kms seguintes são uma verdadeira dor de cabeça. Depois, a estra-
da é boa até Massinga. A partir daqui temos mais 80Kms de suplício. Acabados esses 80 desgraçados quilómetros, o asfalto está em
boas condições, até à cidade da Beira.
Foi uma pena que o
dia seguinte se tenha
apresentado chuvoso e
com muito vento, tendo
a temperatura baixado
bastante. Por tal motivo,
fui vítima de uma infec
UMA AVENTURA POR TERRAS MOÇAMBICANAS
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UMA AVENTURA POR TERRAS MOÇAMBICANAS
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condicionado, frigorífico, televisão, etc. Um dado interessante:
continua aqui a comercializar-se o famoso piri-piri da D. Ana! Cerca
das nove horas da manhã, parti em direcção à minha cidade: a
Beira.Pude também rever velhos amigos, como o Xico Brandão e o
enge-
nheiro João (Rato) Santos Silva. É uma delícia, conviver com esta gen-
te. Os restaurantes na Beira continuam a fornecer boa cozinha e, por
isso, se recomendam.
O Clube Náutico da Beira lá continua, com o seu restaurante a prepa-
arar os petiscos habituais: pratinhos de amêijoa, de camarão cozido,
de moelas, frango frito à zambeziana, etc.
Enfim, tudo do melhor. Chegou a hora de me despedir dos meus ami-
gos e de rumar ao Parque Nacional da Gorongosa. Saí da Beira pela
manhã, almocei no restaurante do complexo Arco-Íris, onde a cozinha
é muito boa e os preços muito acessíveis. Acabado o almoço, conti-
nuei viagem até ao cruzamento que dá acesso aos portões do PNG,
onde há que pagar 200,00 meticais pela entrada da viatura, mais
200,00 meticais por cada passageiro. A picada está lastimável neste
percurso, de cerca de 11kms.
Depois, os restantes cerca de 17Kms, até chegar ao acam-
pamento do Chitengo, não estando em tão mau estado co-
mo o troço anterior, também está bastante degradado. E eu
cheguei lá um pouco antes do final do dia, quando o Sol se
estava a pôr…
As melhorias introduzidas no Chitengo, desde o ano anterior
são enormes e, por isso, dignas de registo. O Chitengo está
asseado, muito bem arrumado, os bungalows e as cabanas
bem dispostos no terreno, e com uma atmosfera envolvente
de muito bom gosto. A restauração melhorou como da noite
para o dia. Todas as refeições são servidas tipo “buffet”.
A variedade é grande, pelo que a escolha se torna difícil.

Resumindo, os serviços prestados aos visitantes que demandam o
Chitengo, é de 5 estrelas, e o preço é muito razoável, tendo em vista o
que lhes é oferecido. Por razões de ordem logística, não me foi possí-
vel percorrer o interior de todo o Parque Nacional da Gorongosa, nem
visitar alguns locais que queria rever. Ainda assim, foram sonsegui
-das algumas imagens, que aqui vos deixo.

Na hora da partida, de regresso à Africa de do Sul, seria de
todo injusto não agradecer encarecidamente a todas as
pessoas do Chitengo com quem tive o privilégio de convi-
ver, o modo carinhoso como fui recebido. Um agradecimen-
to muito especial a Vasco Galante, que desempenha fun-
ções de Director de Comunicação para o PNG, que continua
a ser o que sempre foi, desde que o conheço: um ferdadei-
ro gentleman. Já com muitas saudades, deixei o Paraíso
numa bela manhã de sol, a caminho do Inhassoro, onde
cheguei cerca das 17H00. Pernoitei no Hotel Seta. Uma
unidade acolhedora, com quartos confortáveis, bom serviço
de restaurante e preços convidativos. Após o pequeno al-
moço da manhã seguinte, iniciei a minha viagem até ao
Também o complex o Arco-Íri s fornece óptimos serviços, para quem aí quer pernoitar, e o seu serviço de restauração é de grande
qualidade com os preços a condizer. Depois, foi o regresso à Africa do Sul. Cheguei a Pretória por volta das 20H00. No dia seguinte,
fui convidado a pernoitar por 2 noites na vivenda do casal Saraiva. O meu amigo Carlos Saraiva (antigo Director do Acampamento
do Chitengo), e a minha nova amiga Dulce que tive o enorme prazer de agora conhecer. Também aqui pude rever um velho amigo:
o Fidalgo, chefe das oficinas do material circulante da Safrique, agora estabelecido em Johannesburg. Assim terminou a minha
aventura africana: em grande!
Conclusão:
Moçambique está a recuperar e depressa. Vai ser um destino turístico muito promissor. As ofertas de que dispõe são imensas. Há
que as explorar. Circulei com toda a segurança de dia e de noite por todo percurso.Fui médicamente assistido, quando tive necessi-
dade. Existem restaurantes quase por todo lado, mormente nas principais localidades. Gasolina e diesel não constituem proble-
ma. Máquinas ATM para levantamento de dinheiro existem por todo o lado. Os moçambicanos continuam a ser o que sempre foram:
Afáveis, amigos, acolhem bem o visitante e são, sobretudo, educados. Em Moçambique, sentimo-nos BEM. Visite Moçambique logo
que lhe seja possíve, porque vale a pena.
ção na garganta, prontamente debelada alguns
dias depois, graças aos medicamentos que me foram prescritos numa das
farmácias de Inhambane. No dia seguinte, após o pequeno-almoço, con-
tinuei a minha viagem até Vilanculos, tendo ficado alojado no Hotel Ancora.
Este, é equipamento interessante, bem situado e a um preço muito razoável
Os quartos estão muito bem equipados, com casa de banho completa, ar
proporcionar-nos óptima cozinha moçambicana.
Bilene, tendo aí chegado por volta das 19H00. Por três noi-
tes, aí fiquei instalado numa bela casa, que me foi disponi-
bilizada pelos meus amigos de infância Tó Zé Laidley e a
esposa, Leonor. O meu profundo reconhecimento pela bela
estadia que me proporcionaram. O Bilene está bonito, co-
mo era dantes. A oferta turística aumentou bastante. O velho
restaurante dos CFM continua a funcionar na perfeição e a
MAPUTO - INHACA - BEIRA - GORONGOSA EM MAIO DE 2009
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MAPUTO - INHACA - BEIRA - GORONGOSA EM MAIO DE 2009
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PESTANA INHACA LODGE ILHA DE INHACA
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PESTANA INHACA LODGE ILHA DE INHACA
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CHITENGO CAMP Parque Nacional da Gorongosa
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CHITENGO CAMP Parque Nacional da Gorongosa
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LOS ANGELES ESTADOS UNIDOS
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É chegada a hora de um dos mais excitantes momentos do cruzeiro. O comandante aproxima o navio da eclusa da
eclusa da barragem do Carrapatelo, com um desnível de 35 metros. A manobra é arriscada, sendo efectuada com pe-
rícia e muita "tarimba" por parte do comandante do navio e restante pessoal de bordo.
À saída da eclusa da barragem do Carrapatelo, logo se verifica que a paisagem nas margens do Douro vai mudando.
Trechos de floresta verdejante e densa alternam com lindas praias fluviais. O encantamento é generalizado e os par-
ticipantes do cruzeiro dão por bem empregue o tempo que dura a realização da viagem, Douro abaixo.
Entre amenas conversas, um merecido repouso no convés do navio e uma bebida fresquinha tomada no bar bem for-
necido, a viagem vai decorrendo sem sobressaltos, até que chegamos à segunda barragem que teremos de ultrapas-
-sar. desta vez é a barragem de Crestuma/Lever, com um desnível de 14 metros. A experiência é sempre especial.
À saída da barragem de Crestuma/Lever, já muito perto da cidade do Porto, o tempo muda de feição, apresentando-
-se agora cinzento, anunciando chuva para breve. Uma pena porque prejudica, e de que maneira, a magnífica paisa-
gem que constituem as diversas pontes sobre o rio Douro, ligando as duas margens.
Ainda assim, com mau tempo à chegada ao cais de Vila Nova de Gaia, a vista da cidade ribeirinha é sempre um algo
digno de ser visto, e consideramos este cruzeiro uma viagem cheia de interesse, pelos diversos momentos especta-
culares que a constituem, servindo ainda um poderoso antídoto para combater o stress do dia-a-dia. Ainda por cima,
com preços que variam entre os 55,00 e os 62,00 Euros por pessoa, temos de concordar que é acessível a todas as
bolsas e é um montante que se coaduna com os serviços prestados. Uma viagem que deve realizar logo que possa...

1º Dia
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22MAI09
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Sexta
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- Partida de Lisboa às 18H10 no voo TP261 com destino a Maputo.
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2º Dia
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23MAI09
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Sábado
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- Chegada a Maputo às 05H50. Transfer para o Hotel Avenida. Dia livre.
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3º Dia
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24MAI09
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Domingo
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- Transfer aéreo Maputo / Inhaca. Alojamento no Inhaca Pestana Lodge.
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4º Dia
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25MAI09
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Segunda
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- Estadia no Inhaca Pestana Lodge em regime de PC. Dia livre.
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5º Dia
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26MAI09
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Terça
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- Estadia no Inhaca Pestana Lodge em regime de PC. Dia livre.
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6º Dia
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27MAI09
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Quarta
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- Transfer aéreo Inhaca / Maputo. Alojamento no Hotel Avenida.
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7º Dia
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28MAI09
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Quinta
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- Partida de Maputo às 16H00 com destino à Beira no voo TM4004. Chegada: 17H10
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8º Dia
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29MAI09
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Sexta
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- Estadia no Hotel Tivoli. Dia livre.
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9º Dia
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30MAI09
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Sábado
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- Viagem para o Parque Nacional da Gorongosa. Alojamento Chitengo Safari Camp.
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10º Dia
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31MAI09
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Domingo
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- Estadia no Chitengo Safari Camp em regime de PC. Visita ao Parque.
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11º Dia
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01JUN09
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Segunda
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- Estadia no Chitengo Safari Camp em regime de PC. Visita ao Parque.
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12º Dia
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02JUN09
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Terça
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- Regresso à Beira com estadia no Hotel Tivoli. Resto do dia livre.
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13º Dia
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03JUN09
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Quarta
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- Viagem de regresso a Lisboa, via Maputo.
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14º Dia
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04JUN09
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Quinta
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- Chegada a Lisboa no voo TP278, às 05H45. Fim da viagem.
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PROGRAMAÇÃO DE VOOS E OUTROS SERVIÇOS
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PROGRAMAÇÃO DE VOOS E OUTROS SERVIÇOS
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Dia 22 de Maio LISBOA / MAPUTO Voo TP261 - Partida: 18:10 / Chegada: 05:55 do dia seguinte.
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Dia 23 de Maio Transfer do aeroporto para o Hotel Avenida em regime de APA. Alojamento. Dia livre.
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Dia 24 de Maio Transfer aéreo Maputo / Inhaca. Alojamento no Inhaca Pestana Lodge em regime de PC. Dia Livre.
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Dia 25 de Maio Estadia no Inhaca Pestana Lodge em regime de PC. Dia livre.
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Dia 26 de Maio Estadia no Inhaca Pestana Lodge em regime de PC. Dia livre.
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Dia 27 de Maio Transfer aéreo Inhaca / Maputo. Alojamento no Hotel Avenida em regime de APA. Resto do dia livre.
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Dia 28 de Maio Às 16:00, partida para a cidade da Beira no voo TM4004. Chegada: 17:10 Alojamento no Hotel Tivoli em regime de APA.
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Dia 29 de Maio Estadia no Hotel Tivoli em regime de APA. Dia livre.
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Dia 30 de Maio Transfer terrestre para o Parque Nacional da Gorongosa. Alojamento no Chitengo Safari Camp em regime de PC.
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Dia 31 de Maio Estadia no Chitengo Safari Camp em regime de PC. Visita qo Parque.
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Dia 01 de Junho Estadia no Chitengo Safari Camp em regime de PC. Visita ao Parque.
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Dia 02 de Junho Transfer terrestre para a Beira. Alojamento no Hotel Tivoli em regime APA.
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Dia 03 de Junho Beira / Maputo - TM173 - Partida: 14:00 / Chegada: 15:10 Maputo / Lisboa - TP278 - Partida: 17:25.
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Dia 04 de Junho - Chegada a Lisboa às 05:45. Fim da Viagem.
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Música de fundo: GREEN EYES - Fausto Papetti
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Hoje propomos-lhe uma viagem fora do comum, que vale a pena. É bom, é
barato e deixar-lhe-á boas recordações. Dos inúmeros cruzeiros disponí-
veis, levados a cabo por diversos operadores, escolhemos um deles.
Mas a oferta é muito diversificada, para todos os gostos e, claro, para to-
das as bolsas. O cruzeiro que decidimos fazer é de apenas um dia. Subida
de comboio e descida de barco, até à Régua. A duração total da viagem
dura cerca de 11 horas.
A partida do Porto (estação
de São Bento) verifica-se
cerca das 09H00 da manhã e
a viagem de comboio dura
cerca de duas horas e meia,
com uma belíssima paisagem
durante a maior parte do per-
curso. Chegados à estação,
os participantes são transferi-
dos até uma das muitas ca-
ves de vinho do Porto exis-
tentes na região. Aí se proce-
de a uma prova de vinhos po-
dendo, caso queira, adquirir
algumas garrafas do precio-
so líquido.
Enquanto não chega a hora de partida do cruzeiro, pode deambular pela
cidade e comprar algumas recordações. Os bolos da região são óptimos,
de fazer crescer água na boca... experimente! Logo após o embarque
ser-lhe-ão servidos aperitivos, acompanhados de bons de bons vinhos da
região.
Entretanto está já a navegar
em direcção à cidade do
Porto podendo, desde logo,
começar a apreciar as ma-
gníficas paisagens que o
irão acompanhar durante todo o percurso. Durante o almoço (sopa,
prato de peixe ou carne, doce ou fruta, tudo acompanhado de bom vi-
nho tinto e branco, pode continuar a apreciar as belezas paisagísticas
da região, em ambas as margens do rio Douro, cuja variedade não dei-
xa de nos surpreender, a cada minuto.