O RENASCER DO PARQUE É JÁ UMA REALIDADE
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Música de fundo: Lawrence of Arabia theme
Mantovani Orchestra
 
 
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PNG inaugura em breve um Centro de Educação Comunitária  
     
Aspecto exterior do refeitório principal
Aspecto interior do refeitório principal
Alguns dos membros da equipa que participou
na concepção e construção do CEC
Bloco de salas de aula
Um dos dormitórios
Aspecto da manufacção dos blocos estabilizados
     
Um dos tanques de 100 mil litros de água
Painéis solares no telhado de um dos edifícios
Pormenor de minimização de impacto visual
Para poder aceder à leitura completa desta notícia oriunda do Departamento de Informação do Parque Nacional da
Gorongosa e da autoria de Carlitos José Sunza, faça click sobre a imagem à direita.
Faça click sobre a imagem à esquerda para ler a notícia de autoria de Carlitos José Sunza do PNG
 
Parque da Gorongosa inicia a Primeira
Fase de Desenvolvimento do Ecoturismo
O Parque Nacional da Gorongosa está prestes a tornar-se de novo num dos primeiros destinos
de ecoturismo em África, tal como acontecia nos anos 60 e 70, quando estrelas de cinema,
astronautas e outras celebridades visitavam a Gorongosa.
 
Conhecidos operadores de safaris, cadeias hoteleiras e operadores turísticos de África, Europa e Ásia estão a preparar as suas propostas
para algumas das áreas seleccionadas no Parque, que foram destinadas ao desenvolvimento turístico sustentável pelo Governo de
Moçambique.Cada área de desenvolvimento turístico - a maior das quais com mais de 47.000 hectares - irá albergar vários acampamentos
de tendas de luxo e acampamentos de tendas volantes. Duas dessas áreas poderão ter cabanas com uma capacidade máxima de 100 camas.
Os novos acampamentos serão construídos de acordo com as estritas políticas ecológicas do Parque e serão sem dúvida das mais “verdes”
estruturas turísticas de África. Os dois acampamentos com  cabanas serão construídos em terreno previamente já utilizado para esse efeito
e onde existem ruínas históricas. A maioria dos acampamentos será construída perto de (mas não em) zonas húmidas, áreas cársicas, terrenos
de reprodução e áreas onde o zoneamento do Parque permitir safaris de jipe, passeios a pé acompanhados de guia e outras actividades para
turistas. Algumas regiões de desenvolvimento turístico incluem “zonas de natureza selvagem”, onde serão efectuadas excursões de forma
restrita ou exclusivamente limitadas a caminhadas a pé.
O Ministério do Turismo de Moçambique e o Projecto de Restauração da Gorongosa irão seleccionar os projectos que melhor
se enquadrem nos elevados padrões ecológicos do Parque, assegurando “que o ecossistema seja preservado e que seja criada
uma indústria turística sustentável. ”Esta é a primeira fase de um processo composto por duas fases; a segunda fase irá dar início
a um processo de concurso para outras zonas de desenvolvimento adicionais situadas na zona norte do Parque. Os critérios do
Projecto, para as propostas a considerar, incluem factores tais como recursos financeiros, experiência actual em ecoturismo,
comprometimento para com as comunidades locais e exercício de actividades comerciais com respeito por práticas ecológicas.
O prazo para a apresentação de propostas deverá decorrer no mês de Agosto. Os contratos serão adjudicados no último
trimestre de 2010. O início da construção dos acampamentos prevê-se para os primórdios de 2011. No acordo de restauração de
20 anos com o Governo de Moçambique, o objectivo do Parque, a longo prazo, é desenvolver “uma indústria turística
sustentável com o propósito de manter a integridade ecológica e, assim, estimular o crescimento económico da província de
Sofala, bem como de Moçambique como um todo.”
 
Os operadores adjudicados irão pagar Contribuições para a Conservação do Parque a fim de cobrir os custos de conservação
no interior do Parque e nas zonas tampão, onde actualmente 250.000 pessoas vivem distribuídas por 13 comunidades. Os
operadores irão também disponibilizar formação profissional e postos de trabalho às comunidades residentes na zona tampão,
de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável a longo prazo. O Comité, responsável por analisar as propostas, será
formado por um grupo de seis cidadãos Moçambicanos, e serão convidados observadores independentes para assistir a esta
sessão. O Comité de Supervisão do Parque irá analisar e aprovar os parceiros turísticos  seleccionados, e o Ministro do
Turismo procederá à revisão final e posterior aprovação.
Para mais informações, contacte Vasco Galante através  de
vasco@gorongosa.net  ou dirija-se ao escritório da Recepção do
Acampamento de Chitengo, no Parque Nacional da Gorongosa.
 
PARA PODER CONSULTAR O MAPA DAS ÁREAS SELECCIONADAS, FAÇA CLICK SOBRE O LOGO AO SEU LADO DIREITO
 
NOVA ETAPA NO REALOJAMENTO DE POPULAÇÃO DO INTERIOR DO PARQUE
O Governador da província de Sofala, Carvalho Muária, lançou no dia 1 de Julho a 1ª pedra que marcou o início das
obras de construção de 72 casas no novo “bairro  Mueredze”, que dista 1,5 quilómetros da vila sede de Muanza.
Trata-se de um novo bairro que nasce para reassentar as 72 famílias que no dia a dia cruzam caminhos com animais
selvagens dentro do Parque Nacional da Gorongosa (PNG), especificamente na Comunidade de Mueredze. Esta é
uma notícia de grande importância e alcance para ajudar à recuperação do Parque Nacional da Gorongosa que,  
segundo a minha e outras opiniões, não tem decorrido com a celeridade que seria desejável.
       
Acima, algumas imagens que ilustram o acontecimento. Veja a reportagem completa fazendo click sobre as fotografias.
GRUPO VISABEIRA ASSUME CONTROLO E GESTÃO DO ACAMPAMENTO TURÍSTICO DO CHITENGO
 
 
O Ministério do Turismo de Moçambique (MITUR) e o Projecto de Restauração da Gorongosa (PRG) têm o
prazer de anunciar que o Grupo Visabeira - operador dos hotéis Girassol em Moçambique e Angola -  foi
seleccionado para gerir o Acampamento Turístico de Chitengo, a maior infra-estrutura turística dentro do Parque
Nacional da Gorongosa.   
A propósito do  acontecimento em apreço,  foi publicado um "comunicado de imprensa"  que nos foi enviado por  Vasco Galante
(PRG), a quem agradecemos. Nesse comunicado de imprensa é visível a satisfação de todas as partes intervenientes no processo
já que, segundo é dito, "
o Grupo Visabeira irá investir 2 milhões de dólares na renovação e construção de novas infra-estruturas
turísticas de modo a ajudar o PRG a colocar de novo Chitengo e a Gorongosa na posição que lhe pertence, de um dos melhores
Parques Nacionais de África
". Assim sendo, haveria motivos de sobra para que todos aqueles que nutrem um sentimento muito
especial pelo Parque Nacional da Gorongosa dessem largas ao seu compreensível contentamento.
Mas, como nem tudo o que luz é ouro, certos factores existem que fazem refrear os
incontidos ânimos iniciais. A certo ponto, diz o tal comunicado: “…
tendo os seus
hóspedes acesso a uma vasta rede de picadas para safaris
…” Ora aí é que a porca
torce o rabo. Vasta rede de picadas? Onde? Falemos de coisas sérias e reconheçamos
que a rede de picadas hoje existente está reduzida a cerca de um terço da rede que
existia nos anos 70, quando ainda se pensava em abrir outras…
 
Mais: o piso das picadas hoje existentes não comporta trânsito de veículos que
não sejam 4x4. Não é qualquer um que pode, hoje, deslocar-se ao Parque
Nacional da Gorongosa e aventurar-se a efectuar uma excursão ao interior do Parque,
percorrendo picadas pejadas de árvores e palmeiras tombadas,
calhaus, buracos e outras armadilhas. Só o acesso ao acampamento do
Chitengo desanima qualquer um. O piso é tão mau que não permite circular
a mais de 30 quilómetros em cada hora.
 
     
Ainda por cima, a alteração imposta aos visitantes, no que toca ao acesso ao interior do Parque, não veio ajudar em nada à angariação
de novos e mais assíduos visitantes. Só um exemplo: até há bem pouco tempo, uma família de quatro elementos que desejasse
permanecer no Parque por 4 dias (3 noites), pagava os ingressos do veículo e de cada uma das quatro pessoas, junto ao portão de
entrada no Parque, antes de chegar ao Chitengo. Agora, para lá das normais despesas de alojamento e alimentação, essa mesma
família terá de pagar o acesso à tal rede de picadas cada vez que o queira fazer. (viatura e excursionistas).
 
Quer dizer: quadruplica o montante gasto. Ora, como bem se
entenderá, esta situação afasta os visitantes, em lugar de os cativar. Por
outro lado, os tais dois milhões de dólares que a Visabeira se propõe
investir em infra-estruturas turísticas de pouco valerá se não se cuidar
daquilo que, na realidade, interessa: repovoamento e protecção da fauna
(que continua por fazer), drenagem e limpeza da lagoa e do próprio rio
Urema, nivelar e proceder a aterro das picadas que agora são utilizadas
e reabertura das outras que outrora existiram. A picada de acesso ao
Parque necessita também de intervenção urgente, desfazendo todas as
asneiras que ali foram cometidas com intenção de a melhorar.
Só para terminar, desejaríamos muito sinceramente que a os
responsáveis da Visabeira providenciassem no sentido de dotar o
Acampamento do Chitengo de organização capaz e de pessoal
qualificado, diferentemente ao que se passa relativamente ao Girassol
Bahia Hotel de Maputo, cujo serviço é pobre e a organização
inexistente. Ali, cobra-se o mesmo serviço por duas vezes ao cliente,
aguardam-se semanas por respostas as pedidos de reservas, trocam
nomes de clientes nas reservas confirmadas, etc. Seja como for, vamos
esperar para ver. No entanto, as medidas que aguardávamos fossem
tomadas relativamente ao Parque Nacional da Gorongosa nada se
relacionam com o assunto em apreço. Para conhecimento de todos,
publicamos, na íntegra, o comunicado de imprensa a que, já
anteriormente, foi feita referência.
 
COMUNICADO DE IMPRENSA (Visabeira / PRG)

O Ministério do Turismo de Moçambique (MITUR) e o Projecto de Restauração da Gorongosa
(PRG) têm o prazer de anunciar que o Grupo Visabeira - operador dos hotéis Girassol em
Moçambique e Angola -  foi seleccionado para gerir o Acampamento Turístico de Chitengo, a maior
infra-estrutura turística dentro do Parque Nacional da Gorongosa.           

O Girassol Chitengo possui actualmente alojamento para 78 visitantes, bem como uma área de
campismo, tendo os seus hóspedes acesso a uma vasta rede de picadas para safaris, restaurante,
piscinas, loja de souvenirs, zonas de passeio e outras actividades turísticas dentro do Parque
Nacional da Gorongosa, o qual agora também inclui as cumeadas e as florestas húmidas de
montanha da Serra da Gorongosa.

O MITUR e o PRG vão trabalhar conjuntamente com o Grupo Visabeira no sentido de desenvolver
ainda mais uma das áreas de maior crescimento turístico de Moçambique.

O Grupo Visabeira irá investir 2 milhões de dólares na renovação e construção de novas
infra-estruturas turísticas de modo a ajudar o PRG a colocar de novo Chitengo e a Gorongosa na
posição que lhe pertence, de um dos melhores Parques Nacionais de África.

O Grupo Visabeira, SGPS, SA, nasceu em 1980 e é hoje uma holding multinacional organizada em
cinco sub-holdings (Visabeira Global, Visabeira Indústria, Visabeira Turismo, Visabeira Imobiliária, e
Visabeira Participações Financeiras), com uma presença destacada em nove países, comercializando
os seus produtos e serviços em mais de cinco dezenas de nações, nos cinco continentes.

O Girassol Chitengo vai juntar-se ao portefólio de hotéis da cadeia Girassol em Moçambique que
inclui hotéis, aparthotéis, aldeamentos turísticos, resorts, catering e restaurantes, vocacionada para o
turismo de lazer e negócios.

O Ministério do Turismo de Moçambique e o Projecto de Restauração da Gorongosa querem desde
já congratular o Grupo Visabeira que, através da sua cadeia de Hotéis Girassol, irá trabalhar no
sentido de assegurar que todos os projectos obedecerão aos elevados padrões ecológicos do Parque,
que protegerão o ecossistema e que criarão empregos nas comunidades locais ao mesmo tempo que
estabelecerão uma indústria turística auto-sustentável.

Para mais informações sobre este comunicado de imprensa por favor contactar  Vasco Galante
(PRG) ou Pedro André Sousa (Grupo Visabeira).
Para outras informações por favor envie um e-mail para contact@gorongosa.net.