O RENASCER DO PARQUE É JÁ UMA REALIDADE
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Sobre o nascimento, a história, as agruras e as desgraças por onde passou o Parque Nacional da Gorongosa,  há muito que tudo isso está relatado. A partir
do momento em que a actual equipa tomou a inciativa de chamar a si o futuro do Parque, as coisas mudaram, para melhor, como da noite para o dia.
É verdade que ainda há muito caminho a percorrer e um imenso trabalho a levar a cabo para que o
PNG venha a experimentar algumas semelhanças com o
que já foi outrora: o melhor Parque de Caça existente em África e mesmo em todo o mundo,  até aos anos 80. Desde que assumiu a liderança da gestão do
PNG, a Fundação Carr e a sua vasta equipa tem dado o seu melhor, tendo em vista a efectiva recuperação do Parque, em todas as vertentes.  
A recuperação do acampamento do Chitengo, a reintrodução de algumas espécies praticamente extintas, a deslocação das populações residentes no interior
do Parque para a sua peri- feria, são apenas alguns exemplos do trabalho levado a cabo. Faltava, no entanto, uma ferramenta essencial à prossecução do fim
em vista. Esse indispensável utensílio de trabalho só no mês passado (Julho de 2008) foi assinado. O
Governo Moçambicano,  através  do Ministério do
Turismo
,  e Greg Carr,  presidente da Fundação com o seu nome, deram corpo ao, então celebrado,
ACORDO DE GESTÃO CONJUNTA.
 
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GOVERNO DO DISTRITO DA GORONGOSA ENTREGA
ANGOLIM AO PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA
O Governo do Distrito da Gorongosa procedeu, no dia 13 de Junho corrente,
à entrega de um pangolim ao Parque Nacional da Gorongosa (PNG).  
O animal foi encontrado há dias na área de Tsiquir, arredores do município de Gorongosa,  
por um membro da comunidade local, tendo em seguida sido entregue as autoridades
administrativas distritais daquela região de Sofala.
O mamífero que tem o corpo coberto de escamas, adoptando uma forma enrolada,
semelhante à do ouriço-cacheiro, quando ameaçado, chegou até ao PNG por intermédio
de dois técnicos do Serviço Distrital das Actividades Económicas da Gorongosa,
nomeadamente Joaquim Ernesto Tinquisse e Celestino Francisco Gimo. De acordo com o
Departamento de Conservação do PNG, sob à égide do veterinário Dr. Carlos Lopes
Pereira, o gesto demonstrado pelo apanhador do pangolim em alusão e pelo Governo
Distrital da Gorongosa que fez chegá-lo ao Parque  representa o engajamento em matéria
da conservação por parte da comunidade em particular e das estruturas administrativas
em geral.  O interessante e invulgar animal foi libertado perto do aeródromo de Chitengo,
numa zona com térmites (alimento preferido desta espécie), dentro do PNG.

Fotos: Departamento de Conservação/PNG
Texto: Carlitos Sunza (Departamento de Comunicação/PNG)
 
 
ESTUDANTES DA "ESHTI" ESTAGIAM NO PNG
Um grupo de seis estudantes do 4º e último ano do Curso de Licenciatura em Turismo, sendo quatro da especialidade de Informa-
ção e Animação e dois de  Planeamento Turístico,  da Escola Superior de Hotelaria  e Turismo de Inhambane, sob a tutela da Uni-
Universidade Eduardo Mondlane, está no Parque Nacional da Gorongosa há uma semana para um estágio curricular de 45 dias.
 
 
De acordo com a líder do grupo, Maria Pinto, o objectivo é para os estudantes finalis-
tas do Curso Superior em Turismo terem a experiência do aprender fazendo, no cam-
po profissional, proporcionando-lhes por conseguinte a necessária complementarida-
de das matérias teóricas do ensino-aprendizagem ministradas na sala de aula durante o
curso. Os estudantes da ESHTI durante a sua permanência nesta área de conservação
irão desenvolver actividades práticas de aprendizagem social, profissional e cultural
inerentes à esfera laboral através da participação em contextos reais do trabalho. Se-
gundo a fonte, para melhor se interagirem com a realidade, os estagiários foram distri-
buídos pelos diferentes departamentos e secções de actividades do PNG, nomeada-
damente Desenvolvimento Humano, Conservação, Turismo, e Infra-estruturas, onde
experimentarão situações concretas do trabalho para uma aplicação eficiente dos con-
ceitos e teorias das disciplinas curriculares aprendidas ao longo dos estudos que agora
estão no fim. Por outro lado, de acordo com a Maria Pinto, a vinculação dos pratican-
tes nos distintos sectores de trabalho permitirá que estes conheçam profundamente a
organização e o funcionamento de tais áreas de serviços. A líder do grupo de estagiá-
rios da ESHTI, Maria Pinto. Refira-se que o PNG tem sido nos últimos tempos a es-
colha favorita de muitas instituições de ensino superior nacionais para o estágio
curricular dos seus estudantes finalistas dos cursos de licenciatura, bem como de
universidades estrangeiras para a realização de trabalhos do campo destinados à
elaboração de dissertações para a obtenção do grau académico de mestre.
Também tem recebido muitos pedidos de investigadores que desejam aprimorar
seus conhecimentos em matéria de conservação, turismo e/ou ecoturismo e
desenvolvimento comunitário.
Artigo da autoria de
CARLITOS SUNZA
Departamento de Comunicação do
PNG
Depois de sete anos como aluno interno em três diferentes escolas (Salisbúria, na antiga Rodésia; Tete, Minas do
Mavuzi; Guro e os esplendorosos matos de Manica e Sofala, de abundante fauna bravia), calhou-me ir parar à
cidade da Beira. Foi em Maio de 1953 e tinha aceitado ir trabalhar para a Agência de Turismo de Moçambique, uma
entidade que também efectuava excursões à Gorongosa. A minha primeira visita à então. Reserva de Caça da
Gorongosa, com turistas, foi como voltar ao Guro. Elefantes, leões, búfalos, leopardos, uma imensa variedade de
antílopes, hipopótamos, crocodilos e uma espécie de paraíso terreal de aves com mil reluzentes corem. A estrada
que nos levava da Beira à Reserva passava pelo Dondo e Inhaminga, terra batida, claro. Na “milha” 43, salvo erro,
saía-se em direcção ao rio Urema, atravessado de batelão. Alguns quilómetros mais para diante estava o Chitengo,
único acampamento da Reserva da Gorongosa. Aí conheci o senhor Alfredo Rodrigues, funcionário branco da
Reserva e principal responsável da mesma – então com limites confinantes com os rios Pungué e Urema. Chamo-
lhe senhor porque, além do respeito natural observado nesse tempo, eu tinha 25 anos e ele entre os 50 e 60, com
bastante conhecimento do fantástico mundo da fauna bravia. Bom homem com quem me dei muito bem durante  
 
MEMÓRIAS DA GORONGOSA
MEMÓRIAS DA GORONGOSA
 
muitos anos. Mais tarde veio o Victor Hugo dos Santos e sua mulher Dina, como
encarregados das instalações para visitas. A excursão não durava mais que nove a  
dez horas, incluindo a da Beira ao Chitengo e regresso, porque  nas picadas do
parque destinadas à observação dos animais três a quatro horas era o suficiente,
tal era a abundância. Era caso único em África, conclusão que me ficou depois de
ter conhecido várias reservas e parques em oito países africanos diferentes, todos
considerados muito ricos em fauna bravia. Em 1957 houve um concurso para
exploração do acampamento do Chitengo. A então Agência de Viagens e Turismo,
mais co- nhecida no estrangeiro simplesmente como "Turismo”, foi a escolhida.
Eram seus sócios Jaime Vale, António Nogueira Pereira e eu próprio. O
acampamento estava a precisar de extensas obras de recuperação e beneficiação:
introduzir sistemas de distribuição de água e electricidade, reparar alguns edifícios e
construir outros, adquirir veículos para o transporte de turistas, erguer um posto de
combustíveis (Mobil), etc.
 
texto de autoria de Adelino Serras Pires
para a última edição da revista "Lusomonitor"
 
Sem um centavo do Governo
A reserva foi entretanto transformada em Parque, para cuja promoção exterior foram arranjados
agentes na Rodésia, África do Sul e junto das Companhias de Navegação cujos barcos com
turistas demandavam a Beira. Mais tarde, quando o Parque já estava a funcionar a preceito (o
A.T.C.M. tinha, entretanto, construído uma ponte no rio Pungué, assente em tambores), eis que
o Departamento da Veterinária despertou para aquele filão, em termos comerciais, e tentou
substituir-nos na sua exploração. Mas a jogada falhou. Em 1965 abandonei a Agência e formei
a minha própria empresa, a que dei o nome de Cotur. Estive até 1969 sem visitar o Parque.
Entretanto, a A.V.T. foi absorvida pela Safrique. Nesse mesmo ano fui convidado para me juntar
à Safrique, para organizar safaris de caça na Gorongosa. Abandonei a actividade em 1973, por
causa da insegurança naquela parte do território. Em 1974 fui gerir a coutada 5 da Safarilândia
e os safaris de caça. Foi o final da minha actividade em Moçambique. O meu livro, “Ventos de
Destruição”, conta como foi – isso e muito mais.
 
A leoa "Rosa" e o leão "Chico'"
Nas minhas memórias da Gorongosa o senhor Alfredo Rodrigues ocupara um lugar
especial. Aprendi muito com ele a lidar com os animais em reservas. Nunca nesses
anos houve um incidente grave devido à disciplina imposta por ele com os seus
homens, guardas, fiscais e guias, como o demonstram tantos episódios da minha
vivência. Na casa dos leões, ex-acampamento abandonado devido às cheias, viviam
tranquilamente bastantes felinos. Um dia, ao passarmos os dois pelo local, pediu para
parar o carro porque a "Rosa" tinha parido tês ou quatro crias. Abriu a porta do carro
e dirigiu-se a ela, pegando ao colo duas crias. A leoa não reage e eu não queria
acreditar no que se eslava a passar. Nunca nesses anos alguma vez levávamos de-
armas. Outro episódio foi também com um leão, o “Chico”. Este estava deitado baixo
de uma árvore e o senhor Rodrigues pediu para parar o carro. Abriu a porta mas
deixou-a aberta. Dirigiu-se ao leão que imediatamente se pôs de pé. Mais uns passos
e o "Chico” começou a abanar o rabo de um lado para o outro. Era sinal de perigo; ia
carregar. O senhor Rodrigues correu para o carro e teve tempo para fechar a porta
no exacto momento em que o leão encostava o focinho ao carro rugindo.
 
Comentário de Alfredo Rodrigues: este é o único leão que não me “grama”. Tento ser amigo mas não consigo.
Reformou-se entretanto. Vieram outros: tempos e mentalidades diferentes.
     
BAZARUTO / P. N. GORONGOSA / BAZARUTO
De:
Para:
Dias:
Partida:
Chegada:
OW
RT
BAZARUTO LODGE
P.N. GORONGOSA
2ª e 6ª
13:00
14:20
$ 275
$ 480
P.N.GORONGOSA
BAZARUTO LODGE
2ª e 6ª
14:50
16:10
$ 275
$ 480
MAPUTO / BAZARUTO / MAPUTO
De:
Para:
Dias:
Partida:
Chegada:
OW
RT
MAPUTO
BAZARUTO LODGE
2ª e 6ª
10:30
12:55
$ 295
$ 505
BAZARUTO LODGE
MAPUTO
2ª e 6ª
13:30
15:55
$ 295
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Os voos Maputo / Bazaruto Lodge / Maputo são feitos via Indigo Bay - OW = só ida; RT = ida e volta
 
HORÁRIOS E PREÇOS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fotografias de Carlos Ivo
Parque Nacional da Gorongosa
Fotografias de Carlos Ivo
Francisco Ivo, nosso amigo de longa data, visitou o Parque Nacional da Gorongosa acompanhado pela família. Disponibilizou-nos as belas
imagens obtidas pelo seu filho Carlos Ivo (filho de peixe sabe nadar) o que, como sempre, muito agradecemos.
Pode aceder à versão vídeo fazendo click sobre as imagens.
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Candidaturas para a exploração de actividades
turísticas no PNG superam expectativas
O Parque Nacional da Gorongosa (PNG) já recebeu muitas manifestações
de interesse por parte de diversos operadores turísticos nacionais e
estrangeiros, na sequência de um comunicado publicado por vários órgãos  
de comunicação social em que o PNG convidava empresas para se
candidatarem à exploração de actividades turísticas dentro dos limites do
mesmo.
Greg Carr e Beca Jofrisse
(Co-Administradores do PNG)
De acordo com a administração desta estância de conservação, a aderência de investidores ao concurso, que nesta primeira fase está a aceitar
cartas de intenção até ao dia 1 de Outubro de 2009, ultrapassou já as expectativas. Posteriormente, as candidaturas serão avaliadas por um
Comité de Selecção integralmente constituído por cidadãos Moçambicanos, de acordo com os seguintes atributos:  recursos financeiros;
experiência de ecoturismo e capacidade de marketing; comprometimento para com as comunidades locais; exercício de actividades comerciais
com respeito por práticas ecológicas. De realçar que o Comité de Selecção reserva-se o direito de não apurar as candidaturas em que os
concorrentes não reúnam os requisitos exigidos, durante a reunião de 15 de Outubro próximo. Neste contexto, haverá  oportunidade para a
recepção de mais pedidos, cuja avaliação terá lugar em 2010. A propósito do assunto, entrevistámos os dois membros do Comité de Supervisão
do Parque, que representam a Fundação Carr e o Ministério do Turismo.
 
PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA
Tourism Development Areas
Phase One: August 2009
Começámos as nossas entrevistas pelo representante da Fundação, o senhor Greg Carr.
Carlitos: Muitas televisões internacionais têm efectuado documentários sobre a Gorongosa
e creio que chegou a vez da National Geographic produzir um filme sobre o PNG.
Pode dar-nos alguns detalhes?
Greg: Vi há dias um primeiro montagem, ainda em bruto, do filme da National
Geographic sobre o PNG, com um pequeno grupo de membros oriundos de diversos
países do mundo. Eles adoraram o documentário e os comentários mostravam
quanto maravilhados estavam com a beleza da Gorongosa. O filme será lançado
mundialmente no início do próximo ano e eu sei que isso vai atrair um grande número
de turistas para Moçambique.
Carlitos: Qual é a resposta até agora do concurso público nacional e internacional para a
exploração de actividades turísticas no do PNG?
Greg: Muitos investidores manifestaram interesse e já tivemos a visita de um grande
número de empresas de turismo nacionais e internacionais à Gorongosa para avaliarem
as  oportunidades para construir acampamentos e “lodges”. Quando chegaram ficaram
surpreendidos com a quantidade de animais selvagens do Parque.
Também ficaram satisfeitos com o profissionalismo e a integridade de nossa equipe, que é em 99% oriunda de Moçambique. De igual modo,
ficaram satisfeitos ao perceberem que a gestão financeira do Projecto de Restauração do Parque é transparente e por compreenderem que
vão  saber exactamente como as suas contribuições financeiras irão ser aplicadas na protecção e conservação da natureza animal e vegetal,
caso sejam apurados no concurso que está a decorrer.
Também dirigimos algumas perguntas ao representante do Ministério do Turismo, senhor Beca Jofrisse:
Carlitos: O senhor Beca Jofrisse, conjuntamente com o senhor Greg Carr, constituem o Comité de Supervisão do PNG. Pode falar resumidamente
sobre a restante equipa de gestão?
Jofrisse: A nossa nova estrutura de gestão é constituída por Carlos Lopes Pereira como director de Conservação, Mateus Mutemba,
director das Relações com a  Comunidade, Vasco Galante, director de Desenvolvimento Turístico e William Wright, director de
Operações e Infra-estruturas.
Carlitos: Qual é a interacção de cada um destes departamentos com os operadores turísticos?
Jofrisse: Cada operador turístico deverá implementar um projecto de desenvolvimento sustentável com as comunidades mais próximas
e Mateus Mutemba ajudará a que isso aconteça. Carlos Lopes Pereira como director de Conservação, vai trabalhar com os operadores
de turismo para reduzir a caça ilegal, para que os turistas vejam muita vida selvagem no Parque; Vasco Galante, na qualidade de
director de Desenvolvimento Turístico, ajudará os operadores de turismo a publicitar os seus serviços e actividades ao nível nacional e
internacional a fim de aumentar os seus volumes de negócio e consequentemente as receitas do Parque; enquanto que Bill Wright como  
director de Operações e Infra-estruturas, vai ajudar os operadores no planeamento de seus acampamentos e “lodges”.

Carlitos: Que balanço faz do Projecto de Restauração da Gorongosa, da época
turística de 2009 e das visitas que o PNG tem tido ?

Jofrisse: O progresso tem sido notável e está vista de toda a gente que tem
vindo visitar o Parque. Temos tido muitos milhares de turistas, de origem
nacional e internacional, onde se destacam sul-africanos, portugueses,
americanos, alemães, holandeses, ingleses, italianos, espanhóis, chineses e
indianos. Em 2009 esperamos um crescimento de 40% no número de
visitantes em relação a 2008, sabendo que em 2008 tivemos um crescimento
nessa ordem de grandeza em relação a 2007.Isto é notável, considerando a
actual crise financeira internacional.
Um dos factores chave para este sucesso é sem dúvida o interesse dos
órgãos de informação nacionais e internacionais sobre o Projecto de
Restauração do Parque Nacional da Gorongosa, um dos lugares que os
turistas que nos visitam invariavelmente designam como um dos últimos
Paraísos da Terra.
 
Um dos momentos das filmagens do safari fotográfico de Rui
Veloso,nos famosos “tandos” da Gorongosa
 
Dou-lhe um exemplo de entre muitos que podem ser vistos no nosso website www.gorongosa.net: o famoso cantor
português Rui Veloso, esteve três dias connosco esta semana e visitou-nos para cumprir um velho sonho: efectuar
um safari fotográfico num lugar que representasse o que de melhor tem para oferecer a savana africana. Posso
testemunhar que as expectativas que trazia foram amplamente satisfeitas e a equipa de reportagem que o
acompanhou em breve irá mostrar excelentes imagens da Gorongosa que irão atrair mais e mais turistas de todo
o mundo ao nosso País e à Gorongosa.
Artigo da autoria de Carlitos Sunza do Departamento de Comunicação do Parque Nacional da Gorongosa.
Faça click sobre a foto de Carlitos Sunza para aceder ao artigo original.
 
 
CAÇA FURTIVA NO PNG
CONTINUA ACTIVA
A caça furtiva no interior do Parque Nacional da Gorongosa (PNG) continua
activa e preocupante, apesar de fortes medidas de fiscalização. Trata-se de
um problema complexo antigo intimamente relacionado a factores
sócio-culturais e históricos difícil de resolver, herdados desde os primórdios
da criação do Parque na década 60 com o intuito de promover a defesa
integral da natureza e dos seus inigualáveis aspectos primitivos
representados pela então Reserva de Caça da Gorongosa.
 
 
Gorongosa acolhe evento cultural
O distrito de Gorongosa acolheu no passado fim-de-semana um
evento  de música e teatro. A efeméride de nível distrital,
organizada pelo Parque Nacional da Gorongosa (PNG) em
coordenação com as autoridades administrativas do distrito,
teve lugar no largo das mangueiras,
atrás do Conselho Municipal da Vila de Gorongosa.
 
 
THE MONKEY AND THE FISH
A conceituada revista "The New Yorker", edição de 21 -
28 Dezembro de 2009, fez publicar na sua habitual
secção "A Reporter at Large" uma extensa entrevista
a Greg Carr, efectuada pelo seu conhecido repórter
Philip Gourevitch.
 
 
37 Órfãos acolhidos no Centro
Destino de
Salvação visitam o PNG
37 crianças, adolescentes e jovens órfãos e vulneráveis
provenientes da cidade da Beira visitaram este fim-de-semana
o Parque Nacional de Gorongosa (PNG).
 
 
Pesca Ilegal no Lago Urema
O Parque Nacional da Gorongosa (PNG) apreendeu recentemente três canoas,
duas redes de pesca de 300 metros de cumprimento e 1,5 metros de largura e mais
de 300 kg de peixe no Lago Urema. Os pescadores contraventores, em número
indeterminado, ao se aperceberem à distância da presença de fiscais do PNG, que
na altura acompanhavam uma equipa dos Serviços Científicos que ia realizar
trabalhos naquela zona, evadiram-se do local abandonando o produto e o
equipamento de pesca.
 
 
Comunidade de Nhangúo recebe 20
por cento das receitas do PNG
O Governo do Distrito de Gorongosa procedeu no passado dia 27
de Outubro à consignação de 88.623,95 MT a favor da
comunidade de Nhangúo, representada pela Associação
Ngaiwanwe Nhangúo, liderada pelo Comité de Gestão de
Recursos Naturais local.
 
 
World Run II Project escala PNG
O ilustre atleta dinamarquês, Jesper Olsen, escalou há dias o
Parque Nacional da Gorongosa (PNG) na sua passagem por
Moçambique, no âmbito de uma espécie de maratona mundial
denominada “World Run II Project”.
 
Exposição sobre Gorongosa
no CCFM agora também
disponível aqui.
 
Veja aqui uma exposicao de 45 belas fotografias sobre o Parque
Nacional da Gorongosa com especial enfoque nas paisagens do
Parque e no renascimento da fauna.
Esta Exposição esteve aberta ao público de Maputo no Centro
Cultural Franco Mocambicano entre os dias 20 e 31 de Outubro
deste ano e é da autoria de Jean-Paul Vermeulen.